SEM CATEGORIA

Igor Marcondes é vice-campeão do ATP Challenger 75 de San Diego

28 de September de 2026 · por Sinésios Amaim Junior

O tenista brasileiro Igor Marcondes, atual número 324 do ranking mundial, terminou como vice-campeão do ATP Challenger 75 de San Diego, nos Estados Unidos, neste domingo, 27 de setembro. Na final, o brasileiro foi superado pelo norte-americano Nishesh Basavareddy por 2 sets a 0, com parciais de 7-5 e 6-4. Com o resultado, Marcondes subirá 55 posições no ranking, indo ao 269º lugar, próximo de seu melhor ranking histórico, a 258ª posição, atingida em 2022.

Esta foi a primeira final de Marcondes em um torneio da categoria Challenger desde janeiro de 2022, quando conquistou o título em Blumenau, em Santa Catarina. Satisfeito com a campanha nos Estados Unidos, o tenista, natural de Caraguatatuba, em São Paulo, destacou o alto nível dos torneios disputados no país e valorizou a oportunidade de voltar a uma decisão. “Não veio, mas foi uma grande semana, principalmente aqui nos Estados Unidos, porque o nível dos torneios sempre são muito fortes, de ranking e ainda tem o pessoal que joga no College. Então acho que estou melhorando, eu gosto de jogar nessas condições também e sempre exige muito”, revelou o tenista.

Na decisão, Igor Marcondes chegou a abrir vantagem no primeiro set, com duas quebras de serviço e a possibilidade de sacar para ampliar o placar. O brasileiro, porém, não conseguiu sustentar o domínio inicial e reconheceu a qualidade apresentada por Basavareddy ao longo da partida. “Falando da semana toda, tiveram os jogos que eu virei, estive atrás e consegui buscar. Hoje foi um pouquinho diferente, eu consegui duas quebras no primeiro set, fiz três a um e saque, depois quatro a dois e não consegui manter, mas é isso. Ele é um jogador muito bom, já fez excelentes resultados esse ano”, disse o brasileiro.

Apesar da derrota na decisão, Marcondes avaliou a experiência como parte do processo de evolução e destacou a necessidade de manter o nível de concentração diante de adversários como Basavareddy. “A derrota dói, porque sempre quero ganhar, mas é aprender com ela, saber que começa nesse nível, um pouco mais, até jogadores como ele, de hoje, tem que estar 100% focado, com atenção, para não dar essas brechas para eles, porque quando eles tomam a frente é um pouco mais difícil de voltar”.